sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Um par de botas!!!

Photo Orlando Almeida

O espaço possível para encontrar a liberdade, deixou de ser um conceito dos nossos sentidos bem-educados, sem provocar sobressaltos nem levantar dúvidas e inquietações, ela é um valor cada vez mais, polémico e fragmentário. E depois reparamos que o maior inimigo da nossa liberdade sempre foi o conforto aparente que nos oferecem.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

E agora! O que fazer do fado?

Photo Orlando Almeida

Os Portugueses nunca fizeram do Fado Património Nacional, mas candidataram-no a Património Imaterial da Humanidade da Unesco. Como será que o Fado vai saber dar continuidade a tal privilégio??? O Fado só por si não existe, o que lhe dá corpo são os guitarristas, os poetas, os compositores, os cantadores e a restante população fadista a todos eles os meus parabéns.

sábado, 12 de novembro de 2011

À margem

Photo Orlando Almeida


Vivo na terceira margem de um rio onde a água passa calada pura e dura no silêncio das palavras que nada dizem. Um dia o mais provável é deixar de remar contra a corrente, nessa noite o dia irá acabar...

domingo, 11 de setembro de 2011

10 anos depois talvez não se deva esquecer nada...



Difícil esquecer aquela manha. A operação de ver e de ouvir foi demais para que seja possível apagá-la. Pode acontecer que gravado profundamente na memoria, abale as convicções e a imaginação de coisas indestrutíveis, alterando a opinião sobre povos e religiões. O tempo restaura o sentimento trazendo perspectivas de futuro ou reconhecendo que, o terror é o princípio fundamental da religião, que só admite pequenos intervalos para o prazer.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O céu não torna o mar azul.

Photo Orlando Almeida


Aqui nesta praia onde o reflexo do céu não torna o mar azul, o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo... "

quinta-feira, 1 de setembro de 2011




Gonçalo Cadilhe num 31 em Agosto

Photo Orlando Almeida

"... Para lá da fase inicial da expansão portuguesa, não houve grandes epopeias colectivas, embora um ou outro indivíduo tenha feito coisas extraordinárias . Mas após a conquista e o estabelecimento das suas bases - Goa, Malaca, Macau, Brasil - o português deixo de viajar, limitou-se a emigrar. E se a vida lhe correu bem além-mar, e quase sempre correu, então já nem chegou a regressar. ..." Diário de Notícias 31.08.11