Tenho de confessar a minha desilusão com a iluminação na Baixa de Lisboa.
Eu não gosto particularmente do Natal, mas reconheco que, em Lisboa, a iluminação de Natal costumava contribuir significativamente para o imaginario natalicio da capital, convidando a um passeio pelas ruas da Baixa. Este ano, nem por isso, mais parece uma compilação dos melhores gadgets comprados numa qualquer loja chinesa do centro comercial da Mouraria
domingo, 14 de dezembro de 2008
"iluminação" ou "humilhação" de natal
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Parabens Carlos do Carmo
Diz a canção que não há Lisboa sem fado, nem fado sem Lisboa, e na noite passada a capital homenageou na sua maior sala de concertos o homem que personaliza Lisboa, e dá voz ao fado. Carlos do Carmo teve a celebração que os seus 45 anos de carreira merecem, entre amigos no palco e na plateia, e emocionou-se em cima do palco que, afinal, é a sua vida.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
estudo sobre o suicidio
E a dor de não querer mais é o desespero
Olha-se em volta num raio solitário
E tudo o que se lamenta é o que nos rodeia
E tudo em nada se baseia.
Se este mundo é imperfeito
Nunca é plena a felicidade
E se o espírito é fraco
Há que punir o corpo sem piedade.
Não se consegue olhar em frente
Se o desgosto, é de tudo saber a pouco
Não se suporta o sangrar da mente
Quando o coração pára de sonhar num acto súbito."
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Adriana Calcanhotto depois da musica o livro
Pode-se dizer que em alguns momentos da vida nos encontramos numa espécie de “farmácia”, na qual se torna difícil, e às vezes impossível, separar o remédio do veneno. O verdadeiro e o falso. O crédito da palavra e a palavra desacreditada. Saga Lusa parece ser para Adriana, sua autora, e o seu possível leitor, uma inequívoca alternativa para a solução desse problema. O remédio, o veneno e seu antídoto. (Luiz Tenório Oliveira Lima)
O alfarrabista é quem defende os livros da morte.
Não poderia, o alfarrabista, deixar morrer o livro velho!!! O seu prazer são todos os seus livros. Alguns dizem-se bibliófilo, nome pomposo de alguém quem diz amar os livros de uma colecção, mas a maioria cuida com um zelo e cultiva companhia, de um livro usado, com cheiro a velho de papel amarelado pela areia da impiedosa ampulheta da vida.
terça-feira, 3 de junho de 2008
federer_001
À procura do seu primeiro título em Roland Garros, depois de ter sido finalista nas duas últimas edições, começou no Estoril Open a "tempestade" Roger Federer que varreu tudo, o frio, sol, vento e a chuva e até os adversários. Federer participou no Estoril Open como preparação para vencer o único Grand Slam que lhe falta para fazer o pleno, Roland Garros, com certeza não ficando alheio à tradição do torneio Português em fornecer futuros campeões de Roland Garros.




